A medida judicial aplicada contra a empresa em Imperatriz, foi questionada de forma e no local devido (tribunal), a primeira vitória a empresa já conseguiu, outras ações da empresa estão em andamento e novas decisões devem serem anunciadas nos próximos dias.
Mesmo com todas as dificuldades que são de domínio público, a empresa nunca parou de planejar e investir na melhor da prestação dos serviços de transportes de passageiros, a renovação da frota vem acontecendo de maneira gradativa, à melhoria na pontualidade das linhas justifica a contratação quintuplicou o numero de trabalhadores comparado com cinco anos atrás quando a empresa foi adquirida pelo grupo atual.
Para o diretor executivo Mário Elísio, “As responsabilidades da empresa estão sendo cumpridas, porém o poder público não pode ficar isento da responsabilidade na operação do serviço de transporte coletivo municipal. Para ter uma pequena noção da responsabilidade do poder público, verifique as condições de alguns pontos de ônibus existentes na cidade e o estado de conservação das vias de acesso aos bairros e a zona rural”.
“Essas trinta novas unidades de ônibus com elevador representa um custo alto para tendê-la a politica publica de pessoas com limitação física que tem direito garantido. Nós estamos cumprindo a lei, será que o moto taxi ou o taxi lotação ou serviço de taxi em geral cumpre esses dispositivo legal?”. Indagou o diretor



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